Projeto – Contos de Mistério (Parte 2)

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Apresentação

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rojeto desenvolvido como parte do currículo da Rede Estadual de Ensino do Estado de São Paulo, realizado na EE Francisco João Leme de São José dos Campos, na turma do 5 ano A pela professora Zuleika Zamoner sob a orientação da Coordenadora Pedagógica Adriana de Oliveira.

Esses contos de mistério foram produzidos pela turma do 5º ano A,a partir do projeto Contos de Mistério do Programa Ler e Escrever.Estudamos desde o início de 2016 as características do gênero textual. Lemos e comparamos alguns contos. Conhecemos os recursos linguísticos utilizados e após isso iniciamos a produção escrita.

Esperamos que aproveitem a leitura e que consigam se envolver com as pistas e suspenses do gênero.

A estátua de ouro

Autores: Larissa Costa, Daniel, Camila

Ao anoitecer, dois casais de namorados estavam passeando, Helena e Rodrigo com Gabriel e Priscila. Helena era filha do dono de um Museu muito famoso em São Paulo, chamado Museu Belas Artes.

Enquanto caminhavam, caiu uma chuva forte de repente. Já que estavam perto do museu do pai de Helena, que se chamava Sérgio, resolveram ficar no museu até a chuva passar. Logo depois Helena disse:fdsfsds.jpg

– Já está tarde, é melhor entrarmos no museu e procurar algumas cobertas, porque vamos ter que passar a noite por aqui.

Entraram no museu pelos fundos, com a autorização do zelador, que a reconheceu, pois cresceu brincando entre as peças da exposição. A chuva demorava a passar e estava começando a esfriar, os casais se separaram um a um para achar os cobertores.

Os cômodos de museu eram repletos de estátuas de cera muito encantadoras e assustadoras ao mesmo tempo, o museu era muito grande e fácil de se perder. Após 15 minutos, Gabriel e Helena retornam com suas cobertas.

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Quando Priscila estava voltando com sua coberta percebeu que estava perdida, e não sabia como continuar, enquanto caminhava, viu um vulto e parou na hora, de susto. Alguém de capa preta, levando uma sacola grande pendurada nas costas passou correndo. Ouviu a voz de seu amigo Rodrigo pedindo socorro, grita de medo e no mesmo instante desmaia. Helena e Gabriel ouviram o grito, reconhecem a voz de Priscila e saem para procurá-la. Encontraram Priscila no chão, e Helena fala surpresa:

– Aonde está o Rodrigo?!

Priscila acorda assustada e fala que ouviu a voz de Rodrigo pedindo socorro. Helena fica deprimida por esta notícia. Pega seu celular, liga para seu pai desesperada, chorando diz:

– Pai, Rodrigo foi sequestrado aqui no museu!

– Minha filha, o que vocês estão fazendo aí dentro do museu?! – perguntou o pai de Helena, surpreso, pois o museu estava fechado àquela hora da noite.

– Pai, nós viemos ao museu esperar a chuva passar. O zelador nos deixou entrar e acabamos ficando aqui, vimos um vulto e o grito de Rodrigo, a partir daí não o encontramos mais, ele sumiu! – respondeu Helena desesperada.

Seu pai Sergio diz que vai chamar a polícia imediatamente e ela se acalma um pouco, ficam esperando ajuda. Ficaram algumas horas procurando Rodrigo sozinhos, com medo, até a polícia chegar, mas nenhum rastro dele.

Enquanto Gabriel procurava nas salas do museu, viu um quartinho muito suspeito, pensou que poderia achar algo que pudesse ajudar no caso. Cuidadosamente entra no quarto para ver se não tinha ninguém e fechou a porta. Avista uma cômoda, vai em direção a ela e quando abre a primeira gaveta vê muitos papéis amassados, revista as demais e, finalmente, acha um molde de máscara preta, dessas embalagens que vem quando compra na loja, não sabia se era do bandido mas pegou mesmo assim. Vai em direção a uma lareira, que havia no canto do quarto, para verificar se encontrava mais alguma pista suspeita.

Enquanto isso fora do museu…

O detetive conversa com Priscila:

– Que horas vocês entraram no museu?

– Às 19:00 horas.

– Como você percebeu o sumiço de Rodrigo?

– Eu estava caminhando quando vi um vulto de um homem que parecia estar de capa, máscara, chapéu e ainda carregava uma sacola grande, com algo dentro. Ouvi a voz de Rodrigo, meio abafada, depois disso desmaiei e não vi mais nada.

Antes do detetive fazer a terceira pergunta, Gabriel chega com o que encontrou, dizendo:

– Encontrei estas pistas! Acho que o laboratório consegue ver as digitais.

Quando Gabriel e o policial chegam ao laboratório, o perito começou a procurar as digitais que poderiam ter no molde de máscara e ficou ansioso e quieto.

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– Não estou vendo nenhuma digital por aqui! – diz o perito.

Gabriel quebra seu silêncio e diz:

– Acho que quando o sequestrador vestiu a máscara, tomou cuidado, de ao retirá-la do molde, não deixar nenhuma digital, para não ser identificado! – Gabriel e o policial falam para o cientista refazer o exame, pois talvez ocorreu algum engano.

Enquanto isso no museu…

O tio de Helena, chamado Guilherme, chega no local às 16 horas e consola sua sobrinha. Sérgio, seu pai, fica surpreso por ver seu irmão no museu, pois havia muito tempo que não conversavam, desde aquela briga que tiveram dois anos após a morte de seu pai.

– Que surpresa ver você aqui, irmão! Você veio por qual motivo?

– Soube do sumiço do namorado da Helena, ela me ligou chorando, resolvi ajudar a resolver este mistério, e consolar a minha sobrinha. – respondeu Guilherme.

Sérgio gostou que seu irmão estava disposto a colaborar na procura, pensou que sua mágoa havia acabado, não ficando ressentimento entre eles. Aceitou a sua ajuda, porque não era sempre que tinham sua presença.

Depois de tanta procura por Rodrigo, o faxineiro do Museu Belas Artes estava andando e limpando o chão. De todos que estavam investigando o caso, alguns foram para a delegacia, outros estavam no escritório tomando um chá, enquanto aguardavam notícias. Todos sabiam que a área estava isolada.

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Sérgio, após verificar o cofre, percebe que uma das suas estátuas, maciça em ouro, tinha desaparecido. Percebe também que seu irmão não estava mais lá.

Passaram-se muitas horas e nada de encontrar Rodrigo. O dia estava acabando, quando chegou o zelador que trabalha no turno da noite. Ele percebeu que a porta do quartinho dos fundos do museu estava entreaberta, foi até lá para fechá-la, e percebeu que haviam mexido em tudo, as gavetas estavam abertas e reviradas, ficou surpreso e não conseguiu imaginar quem pudesse ter feito aquilo. Ao se aproximar de uma janela pequena, viu um cesto de lixo debaixo dela, quando se aproximou um pouco mais, avistou um toco de cigarro da marca Hollywood, ficou curioso, pois só pessoas ricas fumavam este cigarro, e era proibido fumar dentro do museu.

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Gabriel e o policial, chegam do laboratório com notícias das digitais. Sérgio e Helena ficam curiosos para saber quem era o criminoso. Antes do policial falar, o zelador chega com o toco do cigarro nas mãos. Sérgio fica surpreso, reconhece que este cigarro era da mesma marca que seu irmão fumava, e pensa: “Será que foi meu irmão quem roubou a estátua e sumiu com Rodrigo?”.

Sérgio pergunta para Gabriel, amigo de Helena:

– O que deu no resultado da perícia das digitais?

– Quando chegamos ao laboratório o resultado foi negativo, nenhuma impressão digital encontrada. Entramos com um novo pedido e o perito percebeu uma falha no sistema, refez o teste em outro aparelho e temos o resultado correto em mãos.

De repente Guilherme aparece no escritório, demonstrando interesse nas investigações e todos o olham fixamente nos seus olhos:

– O que está acontecendo aqui, alguma novidade? – Guilherme pergunta.

– Você está preso! – responde o policial.

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Sérgio olha para seu irmão e começa a chorar. Guilherme reage, não aceitando a acusação.

O policial pergunta:

– Onde está o Rodrigo?

– Não sei!

O policial apertando suas mãos, pergunta novamente:

– Onde está o Rodrigo?

Guilherme, não tendo saída, percebendo seu erro de retornar ao museu se passando por bom homem, de família, querendo ajudar, acaba sendo encurralado. O detetive que investigava o caso aparece no escritório com Rodrigo algemado, e todos surpresos ouvem sua explicação.

– Quando cheguei, isolei o local, examinei o quartinho dos fundos, já avisado pelo faxineiro sobre o toco de cigarro e sobre o resultado das impressões digitais pelo delegado. Ouvi um barulho de espirro no armário, quando abri, estava escondido dentro dele o senhor Rodrigo. Tive que destrancar a força, pois ele se prendeu por dentro, com cadeado, para não ser encontrado mesmo, por ninguém. Não foi sequestrado, se escondeu.

Para despistar a atenção de todos, o senhor Guilherme com seu cúmplice, aproveitou o momento que todos procuravam por Rodrigo no museu, entrou no escritório e roubou a estátua. Iriam dividir o valor ao venderem-na.

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Sérgio viu a sua estátua, já na mão do detetive, ficou indignado e triste com a atitude do irmão.

– Por que você fez tudo isso?!

– Minha empresa estava falida, então quando descobri que Rodrigo estava namorando Helena, já sabendo da ganância dele, convenci a me ajudar neste plano e roubar sua estátua, pois sabíamos que quando vendêssemos ganharíamos muito dinheiro, e conseguiria restaurar meus negócios.

– Mas por que você tinha que fazer tudo isso para ter dinheiro?

– Quando nosso pai morreu, ele deixou o museu para você. Sou o mais velho e tenho muitos gastos, fiquei com a empresa e a mansão do  papai, mas entrei em falência em poucos anos, não soube administrar os negócios. Sabia que esta estátua era valiosa e estava guardada no cofre que o museu desde que foi fundado e resolvi pegá-la. – respondeu Guilherme.

Gabriel liga para mais policiais.

Quando os policiais chegam, prendem Guilherme e seu cúmplice Rodrigo por roubo. Helena e seus amigos vão para suas casas descansarem e restabelecerem suas forças. Dois meses depois, ambos são julgados e condenados a cinco anos de prisão.

Alunos Autores

ALLAN GOMES DOS SANTOS

ANA CAROLINE DA SILVA SANTOS

ANA CLARA CUNHA FERREIRA

ANA CLAUDIA PEREIRA DOS SANTOS CIPRIANO

ANA JULIA DAS GRACAS CRISTOVAN

ANDERSON SOUSA ARAUJO

BRENDA DE SOUZA NUNES

CAMILA APARECIDA DE ALMEIDA PINTO

CAMILLE FERNANDA CINTRA VILAS BOAS

DANIEL RODOLFO ALE DOS SANTOS

FELIPE NATALI MEDEIROS

HENRIQUE ANDRADE LOBO

JEAN NUNES DA SILVA

JOAO GUILHERMINO DOS SANTOS

JOAO PEDRO MACIEL DO AMARAL

KAUAN LUCAS SILVA MOREIRA

KEVELYN NICOLE DOS SANTOS ROQUE

LAIS SAMARA DA SILVA CRUZ LEITE

LARISSA COSTA DA SILVA

LARISSA RENO SALES

LUIS FELIPE ARLINDO COSTA

LUIZ MIGUEL CARBONE CRISTOVAN

MARCOS VINICIUS ALVES DOS SANTOS

MARIA EDUARDA BRITO LOPES

NATHALIA SELLARI FERREIRA

NAYLLA MONIQUE SILVA SOUSA

RAYSSA DE FATIMA BARBOSA SELLARI

RYARA APARECIDA DE SA PAULINO

THAIS LOPES BONIFACIO

VITOR GABRIEL DE ALMEIDA GREGORIO

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